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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Viber oferece ligações gratuitas e ilimitadas para fixos no Brasil

(Foto: Divulgação)

De olho em atrair os usuários do WhatsApp que ficaram ressabiados com a venda da plataforma para o Facebook, o aplicativo gratuito para troca de mensagens Viber anuncia nesta terça-feira uma agressiva estratégia visando a popularização no Brasil. A partir de hoje, qualquer um pode ligar de graça pela internet para telefones fixos de todo o país de forma ilimitada por meio do Viber Out - recurso que normalmente é pago.

A iniciativa é válida pelas próximas duas semanas, com possibilidade de renovação de acordo com o fluxo de mensagens de texto. Se o volume crescer ao menos 25% a cada sete dias, as ligações permanecerão gratuitas por tempo indeterminado. Do contrário, a promoção se encerrará no dia 11 de março.

Desde que o Facebook anunciou a compra do WhatsApp, na semana passada, o Viber diz ter aumentado em 1.000% o número de downloads e em 400% a quantidade de mensagens trocadas no Brasil. O crescimento trouxe 600 mil novos usuários e se mostrou mais intenso a partir do último sábado, quando o WhatsApp ficou fora do ar. Segundo Luiz Felipe Barros, gerente da empresa no Brasil, a instabilidade contribuiu para aumentar a incerteza do público sobre o serviço.

Assim como o rival, o Viber também foi vendido, há duas semanas, só que para a empresa de comércio eletrônico japonesa Rakuten. De acordo com o executivo que representa o aplicativo no Brasil, o acerto de US$ 900 milhões não vai interferir na independência operacional da plataforma que, segundo ele, não armazena as conversas de quem a utiliza.

CONCORRÊNCIA

Em visita recente ao Brasil para palestra na Campus Party, o fundador do Viber conversou com o Olhar Digital. Para o israelense Talmon Marco, o WhatsApp é "muito básico" e perde em termos de diversidade porque não realiza ligações, recurso que só começará a ser oferecido no segundo semestre. Atualmente, o Viber tem cerca de 11 milhões de usuários no Brasil.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

E-mail simula mensagem de voz do WhatsApp e espalha novo golpe na web

Um novo golpe está enviando por e-mail uma falsa mensagem de voz do WhatsApp para roubar dados bancários de usuários. A ameaça virtual também coleta outras informações pessoais sobre as vítimas e foi identificada por pesquisadores da ESET Latinoamérica. A mensagem eletrônica conta com um arquivo compactado de nome “Missed-message.zip”, sugerindo que a mensagem seja real e que é necessário fazer o download do conteúdo para poder ouvi-lo no computador.

Ao descompactar o anexo, um arquivo executável passa a atuar como um dropper - técnica usada para que um arquivo, aparentemente inofensivo, quando aberto, deposite outras ameaças na máquina. O segundo arquivo executável, na sequência, é de fato o malware, que instala uma poderosa botnet nomeada Zeus; identificado pela ESET como “Win32/Spy.Zbot”.

(Foto: Reprodução/Taysa Coelho)

O “bot” é um tipo de programa que permite a uma máquina executar tarefas de maneira automatizada na Internet, sem conhecimento do proprietário. Sendo assim, uma botnet é uma rede de computadores infectados por bots semelhantes. Um hacker, por exemplo, tem essa rede de máquinas sob seu comando, através do acesso remoto.

No caso no novo golpe, a fim de despistar os usuários, o software malicioso simula ser um arquivo de áudio verdadeiro, ao manipular os controladores de som do sistema operacional. 

(Foto: Reprodução/ESET)

“Os cibercriminosos aproveitam a popularidade do WhatsApp para disseminar campanhas. Para não ser vítima de casos como esse, é importante contar com uma solução de segurança que detecte a ameaça”, disse o analista  Raphael Labaca Castro, Coordenador de Awareness & Research de ESET Latinoamérica. O especialista recomenda ainda verificar se a informação em questão, no caso a mensagem de voz, é verdadeira.

(Foto: Reprodução/ESET)

Este é o segundo golpe que usa o WhatsApp como isca, em apenas uma semana, descoberto pelo ESET. O primeiro consistia em um e-mail com um link que prometia instalar o mensageiro no computador e, na verdade, colocava um cavalo de Troia na máquina, também com o objetivo de acessar os dados bancários.


Fonte: techtudo

domingo, 5 de janeiro de 2014

Empresa japonesa Line chega ao Brasil

Serviços incluem aplicativos de troca de mensagens, ligações gratuitas e games que pretendem ampliar as formas de comunicação

Foto: Divulgação

A empresa japonesa Line Corporation chegou ao Brasil há menos de dois meses, mas já conquista mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo oferecendo serviços do aplicativo LINE para troca de mensagens gratuitas.

O serviço se diferencia das demais concorrentes como WhatsApp, KakaoTalk ou Viber, por oferecer um ambiente acessível de diferentes plataformas, seja por um smartphone ou tablet, ou ainda pelo computador. Seria quase como um Skype, mas que agrega ainda outros aplicativos em uma mesma família.

O aplicativo oferece serviços de troca de mensagens e arquivos, além de ligações em áudio e em vídeo. Tudo isso, gratuitamente, desde que o aparelho esteja conectado à internet.
Um dos principais diferenciais da marca é a busca por uma comunicação melhorada por meio dos milhares de Stickers (figuras que transmitem mensagens) que representam situações diversas. “Usar o Line permite que a comunicação seja mais expressiva. Com o uso de Stickers, imagens ou vídeos em vez de textos, permitindo que sentimentos e frases mais complicadas sejam compartilhadas visualmente”, explica Staci Youn, gerente global de relações públicas da Line para Euro-Americas.


De acordo com Staci, a empresa está otimista e focada em trazer material local para o mercado brasileiro também. “Nós sabemos que os brasileiros são apaixonados, expressivos, além de muito sociáveis e interessados em tecnologia e mídias sociais. Por isso, estamos confiantes que as pessoas vão se engajar ao Line”, completa.

A Line funciona em conjunto com uma rede social e com outros aplicativos de leitor de mangás, de edição de fotos, customização de postais virtuais e games.

Fonte: madeinjapan

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jogo para Android rouba histórico de conversas do WhatsApp

Por baixo do disfarce de game simples, o Baloon Pop 2 roubava os históricos de conversas do WhatsApp – e ainda os colocava à venda em um site

Aplicativo Whatsapp em smartphone
WhatsApp: os bate-papos furtados alimentavam o banco de dados do site WhatsAppCopy

Um jogo aparentemente inocente disponível na Play Store foi retirado do ar durante o último fim de semana. Tudo porque, por baixo do disfarce de game simples, o Baloon Pop 2 roubava os históricos de conversas do WhatsApp – e ainda os colocava à venda em um site.


Os bate-papos furtados alimentavam o banco de dados do WhatsAppCopy. A página funciona, na teoria, como um serviço de backup online do mensageiro, e a ferramenta usada para criar a cópia e subi-la no website era exatamente o game, que ainda está sendo disponibilizado como uma APK.

A causa é nobre, já que não é todo mundo que se lembra de salvar as conversas do app antes de formatar o smartphone. No entanto, a forma de acessar a cópia de segurança está longe de ser segura: basta digitar o número desejado no campo “Teléfono” do site.
Será necessário, claro, pagar uma pequena taxa para ter acesso ao backup, mas nada que alguém mal-intencionado não pudesse estar disposto a fazer.

Segundo o especialista em segurança Graham Cluley, os desenvolvedores do serviço poderiam se defender usando justamente esse “propósito correto”. Mas nem isso se sustentaria, já que o jogo não avisava em momento algum que acessaria e salvaria em um site as conversas do WhatsApp. O Baloon Pop simplesmente era executado e começava o serviço, deixando todos os dados disponíveis no site dentro de apenas uma hora.

Como o aplicativo já foi retirado da Play Store, a dica de sempre ainda é válida: não baixe apps de fontes não-oficiais, como o próprio site do WhatsAppCopy.

No entanto, outra também vem bem a calhar agora: evite aplicativos vindos de desenvolvedores suspeitos ou mesmo desconhecidos. Como até a loja virtual do Google falha, uma pesquisa prévia para descobrir a procedência do programa – ou pelo menos uma olhada no total de downloads – pode ajudar a evitar imprevistos.

Fonte: Exame

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Falha no WhatsApp permitia interceptações de mensagens

Falha no WhatsApp permitia interceptações de mensagens

O aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp está sofrendo cada vez mais com ameaças. Há pouco mais de um mês, um vírus se espalhou através do mensageiro e agora a empresa de seguração virtual, ESET descobriu que o aplicativo tinha uma falha de segurança no WhatsApp que permitia a interceptações de mensagens.

A falha no sistema de criptografia do aplicativo permitia que houvesse possibilidade de interceptações de mensagens e arquivos enviados através do mesmo por conta do sistema de previsão de mensagens. Quando a pessoa mal intencionada conseguia acesso na rede no qual o smartphone estava conectado, o roubo de informações acontecia com certa facilidade.

A ação ficava ainda mais facilitada quando o usuário estava conectado a uma rede wifi pública ou com baixa segurança.

Muito cuidado com as informações que você vai trocar quando estiver conectado a uma rede wifi pública.

Fonte: Tecmundo / tudoemtecnologia

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O que acontece quando um contato é bloqueado no WhatsApp?

Com tantas pessoas utilizando o WhatsApp, é comum que alguns contatos indesejados estejam presentes na agenda do aplicativo. E o que acontece quando um usuário não quer mais receber mensagens de algum número? Bloqueia o contato... Mas, não é só isso. Veja o que acontece depois do bloqueio e que tipo de dados o usuário ainda pode acessar na rede.



Ao executar o bloqueio de um número, o usuário não envia mais mensagens ao contato bloqueado e também deixa de receber mensagens dele. Entretanto, o contato indesejado continua na agenda do aplicativo. O único jeito de fazer com que o contao suma de vez da agenda do WhatsApp é excluir o número do celular da agenda nativa do aparelho. Os números da agenda do WhatsApp são sincronizados com os números da agenda do celular.

Um contato bloqueado também deixa de visualizar algumas informações. Ele não saberá, por exemplo, se a pessoa que o bloqueou está online. O dado “visto pela última vez”, que aparece abaixo do nome de cada contato do chat, também fica indisponível. Entretanto, qualquer alteração de status continuará visível para toda a lista do WhatsApp, inclusive para quem foi bloqueado.

O aplicativo não permite o envio de mensagens para contatos que sofreram o bloqueio. Se o usuário mudar de ideia e quiser enviar qualquer conteúdo para uma pessoa bloqueada, ele deverá desbloquear o contato. O processo é simples: basta repetir as ações que foram feitas anteriormente para bloquear. As mensagens enviadas pelo contato durante o período de “castigo” se perdem. O usuário que bloqueou não recebe nada enviado durante esse tempo.

Via: techtudo