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domingo, 20 de julho de 2014

Google promete resolver falha no Google Chrome que suga bateria de laptops


Após a divulgação de um problema no navegador Google Chrome, que mostrou que ele estaria acabando mais rapidamente com baterias de laptops com Windows, a empresa pretende liberar uma atualização encerrando a falha. A resolução deve aparecer na versão 37, que sairá para testes em breve.

O problema é registrado desde 2010. O que acontece é que o Chrome, diferentemente de outros navegadores, permanece em atividade quando o laptop não está sendo usado, ao invés de entrar em um estado inativo, o que acaba sugando a bateria do dispositivo.

Segundo a PCWorld, a empresa decidiu acabar com o problema. Enquanto a nova versão não sai, foi lançada a versão 36, com várias correções e um ícone novo para o modo navegação anônima.

Fonte: Via PCWorld, OlharDigital, MundoBit

terça-feira, 15 de julho de 2014

5G no Brasil: parceria entre empresa e UFC promete impulsionar pesquisa

(Foto: Reprodução)

Ericsson e Universidade Federal do Ceará (UFC) estão realizando pesquisas em conjunto para impulsionar o desenvolvimento da Internet 5G. A embrionária tecnologia, que promete conexões até mil vezes mais velozes que a 4G, é esperada apenas para 2020. Contudo, estudos da própria companhia estimam que o tráfego de dados entre dispositivos móveis cresça dez vezes até 2019, o que não será comportado pelas atuais redes.

Grande parte do aumento da demanda virá do maior número de smartphones e tablets em uso. Mas há outros fatores envolvidos, como a maior exigência dos usuários por qualidade de transmissão e a criação de novos tipos de tráfego e conexões. Assim, o que se desenha é que a nova geração seja mais do que uma extensão das redes LTE, funcionando como uma família integrada de tecnologias complexas.

A empresa sueca e a UFC já trabalham em conjunto em pesquisas de temas variados há 15 anos. Desta vez, a parceria tem como um dos principais objetivos o estudo das novas faixas de espectro, as chamadas ondas milimétricas, que têm velocidades acima de 10 GHz. Outros pontos relativos ao 5G que serão investigados são os sistemas com alta densidade de antenas, gerenciamento de interferências, comunicação entre dispositivos e uso de small cells dentro de redes heterogêneas.

Vale lembrar que, apesar de a Internet 5G não estar instituída, testes práticos já foram feitos por companhias como Samsung. A sul-coreana conseguiu recentemente transferir dados a 1GB por segundo, o que já significa 500 vezes mais rapidez que o atual 4G.

Fonte: TechTudo

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Já estão testando Internet 5G

(Foto: Divulgação)

O 5G ainda não tem padrões definidos, mas testes já estão sendo realizados em vários países. Na Coreia do Sul, o país mais conectado do mundo, experimentos feitos pela Samsung conseguiram transferir dados a uma velocidade impressionante de 1 gigabyte por segundo – com essa rapidez, filmes em HD podem ser baixados em poucos segundos.

Em comparação, o 4G mais rápido do mundo, na Coreia, chega no máximo a 0,02 gigabytes (20 megabytes) por segundo. Já no Brasil, cuja conexão foi apontada por um relatório recente com uma das mais velozes do planeta, o 4G oferece uma velocidade média de download de 0,002 gigabytes (2,4 megabytes) por segundo.

Nos testes iniciais 5G testado já é 500 vezes mais rápido, e permitirão aos usuários acessarem a Internet mesmo viajando a velocidades de quase 500 km/h, quase o dobro suportado pelo 4G.

A Internet 5G poderá avançar a níveis extremos, como, por exemplo, visualizar transmissões ao vivo de jogos da Copa do Mundo de 2022 em um aparelho pequeno como o Google Glass. Ou ainda, carregar um computador superpotente em um dispositivo com chip 5G menor que um pendrive.

O 5G deveria chegar por volta de 2021. Mas, a Coreia já planeja lançar uma rede de quinta geração em 2017, com total disponibilidade em 2020. Quem sabe três anos depois o Brasil já esteja oferecendo seus primeiros pacotes com conexão na casa dos gigabytes. O futuro é incerto, mas ao menos o 4G já deverá estar tão massificado quanto os atuais 2G e 3G de 2014.

Fonte: Techtudo

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Seis arenas não terão internet wi-fi na Copa

(Arena Pernambuco)

Seis estádios brasileiros não terão acesso wi-fi durante a Copa do Mundo: Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Natal, São Paulo e Recife. Segundo as operadoras, não houve acordo com as empresas que administram essas arenas, o que impossibilitou a instalação da infra-estrutura.

Por causa disso, os torcedores terão dificuldade para acessar a conexão móvel, já que o wi-fi é uma estratégia para desafogar o intenso tráfego de internet móvel, como 3G e 4G. A expectativa é que cerca de 50% do tráfego seja apenas para envio de imagens.

As informações foram divulgadas em um balanço do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), divulgado à imprensa nesta terça (3). Segundo as teles, o investimento total na cobertura de comunicação da Copa foi de R$ 226 milhões, o que dá cerca de R$ 18,83 milhões por estádio.

“Em alguns locais, por uma necessidade comercial ou política de determinada empresa ou grupo, algumas pessoas acreditaram que isso (wi-fi) deveria ser um ‘plus’ que deveria ser cobrado (das teles), mas que nós estávamos colocando gratuitamente (para os clientes das teles). Ainda temos oportunidade de oferecer a rede wi-fi para as seis arenas no futuro, mas para a Copa não vamos oferecer”, disse o presidente do SindiTelebrasil, Eduardo Levy.

As operadoras já tinham vindo à público para explicar que a burocracia das empresas que cuidam das arenas e da organização da Copa atrapalharam a instalação da infraestrutura de telecom. Lugares como Recife e São Paulo sofreram com a falta de tempo hábil para realização de testes. A Arena Pernambuco (Recife) recebeu 288 antenas de telefonia, 13 externas e 18 km de fibra óptica.

No caso da capital paulista, que abre o evento, o Itaquerão foi o último a ter o sistema de telecomunicações instalado, o que levou as empresas a priorizarem áreas internas para instalar as 337 antenas de telefonia e os 12 km de fibra óptica.

Fonte: Mundo Bit

terça-feira, 20 de maio de 2014

Rede Wi-Fi chega as paradas de ônibus do Recife


Uma parceria entre a Cittati, empresa que desenvolveu o aplicativo Cittabus, e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE) vai levar internet wi-fi gratuita às paradas. Com área de abrangência de cerca de 60 metros, o sinal conta com velocidade de sete megabytes por segundo (o equivalente à velocidade da internet 4G) e não tem restrição de senha.

“As paradas participantes estarão sinalizadas. Além de facilitar o download do aplicativo, a internet poderá ser acessada para outros fins, como pesquisas e interação nas redes sociais”, explicou o gerente da Cittati, Carlos Sampaio. A internet poderá ser usada 24 horas e não será necessário efetuar login. “Basta o usuário entrar na rede aberta Cittabus e navegar”, ressaltou o presidente da Urbana-PE, Fernando Bandeira.


CONFIRA AS PARADAS QUE IRÃO RECEBER WI-FI: 

Avenida 17 de agosto – em frente ao Burger King de Casa Forte

Avenida Agamenon Magalhães – em frente ao Hospital Português

Avenida Agamenon Magalhães – ao lado da Embratel

Avenida Agamenon Magalhães – Praça do Parque Amorim

Avenida Rui Barbosa – em frente ao Colégio Damas

Avenida Rosa e Silva – em frente ao Hospital Ulisses Pernambucano

Rua Bandeira Filho – em frente Clube Português

Rua Joaquim Nabuco – ao lado do Hospital Santa Joana

Rua da Aurora – em frente à Agência da Trabalho

Largo da Paz - Praça do Largo da Paz

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Microsoft cria quartel general futurístico para combater crimes virtuais

Microsoft cria centro futurístico para combater botnets e malwares pelo mundo (Foto: Reprodução/The Next Web)
Foto: Reprodução/The Next Web


A Microsoft inaugurou um novo centro de tecnologia destinado a combater crimes virtuais. Contando com especialistas técnicos e jurídicos, o local conta com design futurista para identificar ataques, denunciar novos malwares e inibir o avanço da pedofilia na Internet.

Localizado no campus da Microsoft, na cidade de Redmond, em Washington, o novo centro de combate a crimes virtuais conta com recursos de hardware e software que detecta e neutraliza ataques de hackers. O edifício pode abrigar os melhores especialistas com experiência para combater ameaças digitais como malware, botnets, exploração infantil e todos os tipos de crimes virtuais.

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Foto: Reprodução/The Next Web

O espaço está equipado com todo tipo de recurso de hardware e de software destinados aos crimes digitais. Através de um sistema de SitePrint, os profissionais podem mapear redes organizadas de crime online e identificar a exploração infantil na Internet com a análise PhotoDNA. Além disso, há outro sistema para derrubar redes botnets.

Segundo a Microsoft, a estrutura também pode acomodar especialistas de outras áreas que desejam trabalhar na instalação e colaborar com os esforços da companhia.

Em vídeo oficial da companhia (em inglês), a empresa mostra alguns números surpreendentes dos crimes virtuais.


Fonte: Techtudo/The Next Web

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Brasil alcança 100 milhões de internautas pela primeira vez

Foto: Divulgação

O número total de pessoas com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, lan houses, escolas, locais públicos e outros) chegou a 105,1 milhoes no 2º trimestre de 2013 diz o Ibope Media. O novo número é 3% maior que os 102,3 milhões registrados no trimestre anterior.

O número de brasileiros com acesso à internet ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas pela primeira vez na história. A informação foi divulgada em um relatório do Ibope referente ao primeiro trimestre de 2013. Hoje o país tem exatos 102,3 milhões de internautas.

O valor equivale a um crescimento de 9% em relação ao mesmo trimestre de 2012. É importante lembrar que desde o ano passado o Ibope passou a considerar crianças e adolescentes menores de 16 anos.

O cálculo é feito através de um levantamento com pessoas maiores de 16 anos com acesso em qualquer ambiente (casa, trabalho, lan house, wi-fi públicas, etc) e crianças e adolescentes de 2 a 15 anos com acesso em casa.

Ainda segundo o Ibope, o número de usuários ativos que possuem acesso em casa e também no trabalho chegou a 53,7 milhões de pessoas. O acesso em um lugar ou outro foi de 72,7 milhões.

Qualidade ainda é problema

Para Janette Shigenawa, diretora do Ibope Nielsen Online, esses 100 milhões de internautas significa uma “massificação do acesso e o processo de democratização da informação, cultura e educação”. No entanto, a qualidade da internet no Brasil ainda é inferior ao resto do mundo. Além disso o preço do megabyte por segundo é um dos mais caros.

Segundo um estudo divulgado em julho deste ano chamado “O Estado da Internet” (State of the internet, no original), a velocidade média no País chega a 2,9 megabits por segundo (Mbps), o que nos coloca na 73ª posição do ranking da velocidade da internet no mundo. A pesquisa feita pela empresa especializada em serviços da nuvem, Akamai, analisou 733 milhões conexões de 243 países. As melhores foram Coreia do Sul, com 14,2 Mbps, Japão (11,7 Mbps) e Hong Kong (10,9 Mbps).

Nesta semana, uma nova pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) analisou a qualidade da internet para empresas. Menos da metade do mercado corporativo brasileiro tem  acima de 10 Mbps. O pior é que o Brasil tem uma meta bem humilde para melhorar esse panorama.

O mercado espera que até 2014 todas as empresas tenham velocidade de no mínimo 1Mbps. Para comparação, a Argentina quer que 80% de suas empresas tenham velocidades de 50 Mbps.

Fonte: Mundo Bit

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Brasil ganhou mais 5,3 milhões de internautas em 2012, aponta IBGE

O Brasil ganhou 5,3 milhões de novos internautas entre 2011 e 2012, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Eram 82,9 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade  que declaravam ter acessado a rede mundial de computadores no ano passado, o equivalente a 49,2% da população dessa faixa etária. Antes, em 2011, 46,5% responderam ter entrado na internet. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2012), divulgada nesta sexta-feira.


Neste levantamento, o IBGE levou em conta apenas o acesso à internet por meio de microcomputadores, laptops e notebooks. A região Sudeste concentra a maior parte dos internautas. No Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, 57% da população com 10 anos ou mais de idade acessaram a rede mundial de computadores no ano passado. No Centro-Oeste, essa proporção foi de 54,9%. Já no Sul, 53% dos habitantes navegaram pela web em 2012.

A menor proporção foi constatada no Nordeste, onde 36,4% da população entraram na internet no ano passado. No Norte, a rede mundial de computadores foi acessada por 39,2% dos habitantes.

A Pnad identificou que as pessoas mais velhas seguem navegando cada vez mais na internet. No caso de quem tem mais de 50 anos, 20,5% de quem compõe essa faixa etária navegou pela web em 2012; em 2011, 18,4% desse público tinha acesso à rede mundial de computadores.

Entre os que têm de 40 a 49 anos, 42,6% entraram na internet no ano passado; em 2011, tal proporção não tinha passado de 39,1%. Já na faixa de público que varia dos 30 aos 39 anos, 55,2% navegaram pela rede mundial de computadores, ante proporção de 51,3% em 2011.

A faixa dos 15 aos 17 anos apresentou a maior proporção de pessoas que entraram na internet. Do total dessa faixa etária, 76,7% utilizaram a rede mundial de computadores em 2012.

Diante de todos os dados do IBGE, resta saber quando vamos ter um serviço decente.

Fonte: terra 

domingo, 15 de setembro de 2013

Justiça decide que usuário pode compartilhar sinal de internet


O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região negou nesta sexta-feira (13) recurso apresentado pelo MPF (Ministério Público Federal) que caracterizava o compartilhamento de sinal de internet como crime. Segundo a decisão do TRF, que foi unânime, o compartilhamento e a retransmissão não configuram atividades clandestinas de telecomunicações. Ainda cabe recurso.

A atividade seria um  "Serviço de Valor Adicionado" e, portanto, não está relacionada ao crime de ''desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação'', tipificado no artigo 183 da Lei n.º 9.472/1997.

Na apelação, o MPF sustentava que, na prestação de serviço de provedor de internet via ondas de rádio, estariam embutidos dois serviços: um de valor adicionado e outro de telecomunicações. Sendo assim, o serviço de comunicação multimídia seria uma "atividade de telecomunicação", e o réu na ação movida pelo MPF deveria ser condenado pela prática de exploração clandestina dessa atividade.

Os argumentos do MPF foram contestados pelo relator do processo, o juiz federal Carlos D'Avila Teixeira.  Ele considerou a conduta do réu "irrelevante jurídico-penalmente". "Bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofreqüência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal", explicou.

Ainda segundo o magistrado, não ficou constatada no caso analisado ''nenhuma interferência radioelétrica efetiva'' que pudesse causar danos a terceiros.

O crime no compartilhamento do sinal de internet só ocorreria, prossegue Teixeira, na "transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios óptico ou qualquer outro processo eletromagnético de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza", o que não foi constatado.



Como funciona
Para comercializar link de internet, o interessado deve ter uma licença de provedor que é dada pela Anatel. Chamada de licença de prestação de serviço SCM (Serviço de Comunicação Multimídia), a autorização é dada pelo órgão público após o comprometimento do envio de relatórios sobre a rede para o órgão e o pagamento de uma taxa de R$ 9.000. No site da Anatel, há mais informações de como proceder.

Além da vantagem de poder comercializar internet, os licenciados também têm direito de comprar links dedicados de internet. Diferente dos provedores comuns, os links dedicados oferecem velocidade integral contratada. Se for acordado que a internet é de 10 Mbps, esta velocidade deve ser entregue de forma integral pela empresa – logicamente, o preço pelo serviço é proporcional à qualidade.

É possível ainda ter uma licença para compartilhar internet entre diferentes imóveis sem fins comerciais. Ela é chamada SLP (Serviço Limitado Privado) e custa R$ 400. No site da Anatel, há mais detalhes do processo para adquirir a licença SLP.


Fonte: UOL