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Mostrando postagens com marcador Marck Zuckerberg. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 26 de março de 2014

Facebook compra criadora do Oculus Rift

(Foto: Divulgação)

O Facebook anunciou a compra da Oculus VR, empresa criadora do Oculus Rift, famoso aparelho de realidade virtual.

Mark Zuckeberg, dono do Facebook, anunciou o negócio por meio de sua página oficial na rede social, onde informou que desembolsou dois bilhões de dólares para a aquisição. Na mensagem (veja na íntegra aqui) Zuckeberg deixa claro que os games são o primeiro passo, mas os planos para a Oculus são muito maiores.

Ele cita "assistir jogos em lugares privilegiados" e "alunos ao redor do mundo assistindo aula com o mesmo professor". De acordo com o empresário, a Oculus VR continuará a desenvolver seus projetos separadamente do Facebook, por enquanto.

A mais recente versão do Oculus Rift foi apresentada na Game Developers Conference, em San Francisco, há alguns dias e estará disponível para venda em junho - foram encomendadas mais de 75 mil unidades, segundo a companhia.

O Oculus Rift foi uma das inspirações do Project Morpheus, óculos de realidade virtual do PlayStation 4.

Fonte: Omelete

domingo, 16 de março de 2014

Zuckerberg diz que governo americano é "ameaça" à internet

(Foto: Divulgação)

Mark Zuckerberg publicou hoje um inflamado discurso em seu perfil no Facebook contra a espionagem norte-americana que compromete a privacidade dos cidadãos. As críticas são endereçadas pessoalmente ao presidente Barack Obama, para quem Zuckerberg diz ter ligado e expressado sua frustração sobre os “danos causados para o futuro de todos”.

“O governo dos Estados Unidos deveria ser o herói da internet, não uma ameaça. Eles precisam ser mais transparentes sobre o que estão fazendo, do contrário as pessoas vão acreditar no pior”, escreveu o CEO do Facebook. “Quando nossos engenheiros trabalham exaustivamente para melhorar a segurança, nós imaginamos protegê-lo de criminosos, não do nosso próprio governo”, completa.

Para Zuckerberg, a postura adotada pela gestão de Obama põe a perder todo o trabalho desenvolvido pela rede social para tentar proteger os internautas, como encriptação das comunicações, protocolos seguros de tráfego e mecanismos de autenticação. “A internet funciona porque a maioria das pessoas e empresas faz o mesmo por um ambiente mais seguro”, diz.

O jovem bilionário encerra o post afirmando não ter perspectivas de que uma reforma completa possa em breve resolver os estragos causados pela espionagem em massa. Recomenda, então, que os próprios usuários comecem a construir a internet que considerem ideal.

O fato é que depois das espionagens americanas (que não acho nenhuma novidade) fica difícil acreditar em segurança na net, o que vocês acham? Deixem seus comentários.

Para ver o discurso completo, clique aqui.

Fonte: olhardigital

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Facebook monitora até o que você não publica

(Foto: Ilustrativa)

Que o Facebook coleta todos os dados possíveis e imagináveis sobre suas interações na rede social, não é novidade. Mas trate de imaginar o inimaginável: o Facebook também monitora aqueles posts e comentários que você digita, mas muda de ideia na hora de publicar.


Dois dos cientistas de dados do Facebook resolveram fazer um estudo sobre o assunto. Para fazer isso, bastou monitorar aquele campo HTML onde você digita um novo status, ou um novo comentário. Ao digitar mais de 5 caracteres ali no campo, eles já começam a trackear seu comportamento – mesmo que você não clique em Publicar.

Segundo o estudo, esse tipo de post “auto-censurado” é mais comum do que se imagina. Durante 17 dias de estudo, 71% dos usuários digitou algo que decidiu não publicar. Em média, cada usuário desistiu de 4,5 status updates e 3,2 comentários.

Daí basta cruzar esse dado com o perfil demográfico dos usuários e o número de amigos para que a pesquisa fique ainda mais interessante:

  • Homens têm mais propensão à auto-censura, principalmente quando a maioria de seus amigos é do sexo masculino.
  • As pessoas tendem a auto-censurar posts com mais frequência quanto maior sua audiência ou mais difícil de definir.
  • Fazer um post para todos os amigos (ou até publicamente) é assustador para algumas pessoas, porque a audiência é muito heterogênea. Por isso as pessoas acabam censurando menos os comentários em posts de amigos, já que ali a audiência é um pouco mais fechada.

Há alguns meses o Facebook anunciou que pretende monitorar também outros tipos de “interações não-explícitas”, como por exemplo os movimentos do seu mouse pela página. No fundo, todos esses dados coletados sobre interações sociais que deixaram de acontecer podem ser usados pela rede social para criar melhorias de design que estimulem que elas aconteçam.