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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Seis arenas não terão internet wi-fi na Copa

(Arena Pernambuco)

Seis estádios brasileiros não terão acesso wi-fi durante a Copa do Mundo: Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Natal, São Paulo e Recife. Segundo as operadoras, não houve acordo com as empresas que administram essas arenas, o que impossibilitou a instalação da infra-estrutura.

Por causa disso, os torcedores terão dificuldade para acessar a conexão móvel, já que o wi-fi é uma estratégia para desafogar o intenso tráfego de internet móvel, como 3G e 4G. A expectativa é que cerca de 50% do tráfego seja apenas para envio de imagens.

As informações foram divulgadas em um balanço do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), divulgado à imprensa nesta terça (3). Segundo as teles, o investimento total na cobertura de comunicação da Copa foi de R$ 226 milhões, o que dá cerca de R$ 18,83 milhões por estádio.

“Em alguns locais, por uma necessidade comercial ou política de determinada empresa ou grupo, algumas pessoas acreditaram que isso (wi-fi) deveria ser um ‘plus’ que deveria ser cobrado (das teles), mas que nós estávamos colocando gratuitamente (para os clientes das teles). Ainda temos oportunidade de oferecer a rede wi-fi para as seis arenas no futuro, mas para a Copa não vamos oferecer”, disse o presidente do SindiTelebrasil, Eduardo Levy.

As operadoras já tinham vindo à público para explicar que a burocracia das empresas que cuidam das arenas e da organização da Copa atrapalharam a instalação da infraestrutura de telecom. Lugares como Recife e São Paulo sofreram com a falta de tempo hábil para realização de testes. A Arena Pernambuco (Recife) recebeu 288 antenas de telefonia, 13 externas e 18 km de fibra óptica.

No caso da capital paulista, que abre o evento, o Itaquerão foi o último a ter o sistema de telecomunicações instalado, o que levou as empresas a priorizarem áreas internas para instalar as 337 antenas de telefonia e os 12 km de fibra óptica.

Fonte: Mundo Bit

terça-feira, 20 de maio de 2014

Rede Wi-Fi chega as paradas de ônibus do Recife


Uma parceria entre a Cittati, empresa que desenvolveu o aplicativo Cittabus, e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE) vai levar internet wi-fi gratuita às paradas. Com área de abrangência de cerca de 60 metros, o sinal conta com velocidade de sete megabytes por segundo (o equivalente à velocidade da internet 4G) e não tem restrição de senha.

“As paradas participantes estarão sinalizadas. Além de facilitar o download do aplicativo, a internet poderá ser acessada para outros fins, como pesquisas e interação nas redes sociais”, explicou o gerente da Cittati, Carlos Sampaio. A internet poderá ser usada 24 horas e não será necessário efetuar login. “Basta o usuário entrar na rede aberta Cittabus e navegar”, ressaltou o presidente da Urbana-PE, Fernando Bandeira.


CONFIRA AS PARADAS QUE IRÃO RECEBER WI-FI: 

Avenida 17 de agosto – em frente ao Burger King de Casa Forte

Avenida Agamenon Magalhães – em frente ao Hospital Português

Avenida Agamenon Magalhães – ao lado da Embratel

Avenida Agamenon Magalhães – Praça do Parque Amorim

Avenida Rui Barbosa – em frente ao Colégio Damas

Avenida Rosa e Silva – em frente ao Hospital Ulisses Pernambucano

Rua Bandeira Filho – em frente Clube Português

Rua Joaquim Nabuco – ao lado do Hospital Santa Joana

Rua da Aurora – em frente à Agência da Trabalho

Largo da Paz - Praça do Largo da Paz

sábado, 19 de outubro de 2013

Nikon anuncia D5300, nova DSRL com Wi-Fi e integração com Android e iOS

Nikon anunciou, nesta quinta-feira (17), a nova câmera DSRL D5300. Alvo de rumores nas últimas semanas, a sucessora da D5200 tem como grande diferencial a conectividade Wi-Fi embutida. O modelo fará parte da linha intermediária da empresa e custará a partir de US$ 800 (cerca de R$ 1.730).


Nikon lança a D5300, primeira DSRL da marca a contar com Wi-Fi embutido (Foto: Divulgação/Nikon)
Foto: Divulgação

A D5300 contará com um novo sensor de 24,4 megapixels e um processador EXPEED 4 para registro de vídeos em 1080p/60p e 5fps. A bateria da câmera recebeu melhorias em relação ao período de duração para que fotógrafos consigam capturar um maior número de imagens por mais tempo. A conectividade Wi-Fi virá acompanhada de integração com iOS e Android.

A nova D5300 estará disponível para compra no final de outubro. O kit que inclui uma lente 18-140mm f/ 3.5-5.6 custará US$ 1.400 (cerca de R$ 3.030). Já para aqueles que desejam apenas o corpo da câmera, o investimento é de US$ 800 (R$ 1.730).

Fonte: techtudo

domingo, 15 de setembro de 2013

Justiça decide que usuário pode compartilhar sinal de internet


O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região negou nesta sexta-feira (13) recurso apresentado pelo MPF (Ministério Público Federal) que caracterizava o compartilhamento de sinal de internet como crime. Segundo a decisão do TRF, que foi unânime, o compartilhamento e a retransmissão não configuram atividades clandestinas de telecomunicações. Ainda cabe recurso.

A atividade seria um  "Serviço de Valor Adicionado" e, portanto, não está relacionada ao crime de ''desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação'', tipificado no artigo 183 da Lei n.º 9.472/1997.

Na apelação, o MPF sustentava que, na prestação de serviço de provedor de internet via ondas de rádio, estariam embutidos dois serviços: um de valor adicionado e outro de telecomunicações. Sendo assim, o serviço de comunicação multimídia seria uma "atividade de telecomunicação", e o réu na ação movida pelo MPF deveria ser condenado pela prática de exploração clandestina dessa atividade.

Os argumentos do MPF foram contestados pelo relator do processo, o juiz federal Carlos D'Avila Teixeira.  Ele considerou a conduta do réu "irrelevante jurídico-penalmente". "Bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofreqüência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal", explicou.

Ainda segundo o magistrado, não ficou constatada no caso analisado ''nenhuma interferência radioelétrica efetiva'' que pudesse causar danos a terceiros.

O crime no compartilhamento do sinal de internet só ocorreria, prossegue Teixeira, na "transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios óptico ou qualquer outro processo eletromagnético de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza", o que não foi constatado.



Como funciona
Para comercializar link de internet, o interessado deve ter uma licença de provedor que é dada pela Anatel. Chamada de licença de prestação de serviço SCM (Serviço de Comunicação Multimídia), a autorização é dada pelo órgão público após o comprometimento do envio de relatórios sobre a rede para o órgão e o pagamento de uma taxa de R$ 9.000. No site da Anatel, há mais informações de como proceder.

Além da vantagem de poder comercializar internet, os licenciados também têm direito de comprar links dedicados de internet. Diferente dos provedores comuns, os links dedicados oferecem velocidade integral contratada. Se for acordado que a internet é de 10 Mbps, esta velocidade deve ser entregue de forma integral pela empresa – logicamente, o preço pelo serviço é proporcional à qualidade.

É possível ainda ter uma licença para compartilhar internet entre diferentes imóveis sem fins comerciais. Ela é chamada SLP (Serviço Limitado Privado) e custa R$ 400. No site da Anatel, há mais detalhes do processo para adquirir a licença SLP.


Fonte: UOL