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sábado, 4 de janeiro de 2014

Hackers do Snapchat explicam motivos por trás de vazamento de informações

Foto: Divulgação

Nas primeiras horas de 2014, o site SnapchatDB entrou no ar divulgando cerca de 4,6 milhões de nomes e números parciais de telefones de usuários do Snapchat, em sua maioria, residentes nos Estados Unidos. Para a alegria de praticamente todos, nenhuma imagem compartilhada pelo serviço foi liberada, mas ainda assim, a questão foi encarada como uma falha séria de segurança.

De acordo com o grupo responsável pelo ataque, a ideia é criar pressão para que o Snapchat resolva a brecha responsável pelo vazamento. O problema, relatado pela primeira vez no dia 24 de dezembro pela própria equipe do Snapchat, ainda não teria sido resolvido pelo serviço que, de acordo com os hackers, tem se mostrado relutante a apresentar uma solução definitiva.

Em vez disso, como relatado ao site The Verge, foram aplicadas uma série de pequenas medidas que, em teoria, dificultariam o acesso ao banco de dados. Além disso, os responsáveis pelo Snapchat teriam evitado contato com os descobridores originais da falha, mantendo uma postura de distanciamento.

A preocupação dos hackers – e o motivo pelo qual os telefones obtidos foram apenas parcialmente divulgados – é que alguém mal-intencionado possa utilizar os números e nomes de usuários para obter acesso a outros serviços. Como a maioria das pessoas tende a utilizar os mesmos logins em diversos deles, um acesso indevido seria facilitado, já que a maioria das opções online utiliza celulares como camada de segurança contra invasões ou perda de senha.

O SnapchatDB já foi retirado do ar, mas os responsáveis afirmam que se trata de uma ação do serviço de hospedagem contratado, que teria ficado intimidado com toda a atenção que o assunto recebeu. O serviço de fotos instantâneas pelo celular ainda não se pronunciou à imprensa nem entrou em contato com os hackers.

Fonte: canaltech

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Ladrões roubam carros nos Estados Unidos com um dispositivo hacker


Andar de carro ficou mais prático com a utilização da tecnologia, permitindo a ignição e a abertura do carro sem tirar a chave do bolso. Mas parece que isso anda comprometendo a segurança dos veículos, já que ladrões nos Estados Unidos estão conseguindo enganar os sistemas dos automóveis e destrancar o carro com a utilização de um dispositivo hacker.

As preocupações não param por aí. Segundo as informações da CBC/Radio-Canada, o pequeno aparelho que compromete a segurança do carro é vendido por volta de US$ 5 na internet (aproximadamente R$ 10). Com o dispositivo em mãos, os ladrões emitem um pulso eletromagnético idêntico ao da chave original, enganando o sistema do carro, que destravará as portas caso alguém tente abri-las.

A CNN noticiou casos como esses em junho deste ano, quando os furtos já eram realizados com os estranhos aparelhos. Os bandidos chegam ao lado dos carros, e, como se estivessem com as chaves reais do carro, destrancam a porta e levam os objetos de valor. A ação dos ladrões você confere abaixo na notícia do telejornal, em inglês.

Os peritos em seguranças foram pegos de surpresa, e ainda não desenvolveram uma solução para evitar que os carros sejam roubados desta forma. Ainda não há relatos de casos como estes no Brasil, mas esperamos que a ideia não seja importada para cá, não é mesmo?



Fonte: f5portal

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jogo para Android rouba histórico de conversas do WhatsApp

Por baixo do disfarce de game simples, o Baloon Pop 2 roubava os históricos de conversas do WhatsApp – e ainda os colocava à venda em um site

Aplicativo Whatsapp em smartphone
WhatsApp: os bate-papos furtados alimentavam o banco de dados do site WhatsAppCopy

Um jogo aparentemente inocente disponível na Play Store foi retirado do ar durante o último fim de semana. Tudo porque, por baixo do disfarce de game simples, o Baloon Pop 2 roubava os históricos de conversas do WhatsApp – e ainda os colocava à venda em um site.


Os bate-papos furtados alimentavam o banco de dados do WhatsAppCopy. A página funciona, na teoria, como um serviço de backup online do mensageiro, e a ferramenta usada para criar a cópia e subi-la no website era exatamente o game, que ainda está sendo disponibilizado como uma APK.

A causa é nobre, já que não é todo mundo que se lembra de salvar as conversas do app antes de formatar o smartphone. No entanto, a forma de acessar a cópia de segurança está longe de ser segura: basta digitar o número desejado no campo “Teléfono” do site.
Será necessário, claro, pagar uma pequena taxa para ter acesso ao backup, mas nada que alguém mal-intencionado não pudesse estar disposto a fazer.

Segundo o especialista em segurança Graham Cluley, os desenvolvedores do serviço poderiam se defender usando justamente esse “propósito correto”. Mas nem isso se sustentaria, já que o jogo não avisava em momento algum que acessaria e salvaria em um site as conversas do WhatsApp. O Baloon Pop simplesmente era executado e começava o serviço, deixando todos os dados disponíveis no site dentro de apenas uma hora.

Como o aplicativo já foi retirado da Play Store, a dica de sempre ainda é válida: não baixe apps de fontes não-oficiais, como o próprio site do WhatsAppCopy.

No entanto, outra também vem bem a calhar agora: evite aplicativos vindos de desenvolvedores suspeitos ou mesmo desconhecidos. Como até a loja virtual do Google falha, uma pesquisa prévia para descobrir a procedência do programa – ou pelo menos uma olhada no total de downloads – pode ajudar a evitar imprevistos.

Fonte: Exame

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Aparelhos de segurança que ajudam a proteger sua casa

Foi-se o tempo em que apenas as residências de bairros de luxo podiam contar com ferramentas de vigilância para driblar roubos, sequestros e ações de invasores. Hoje, além de mais acessíveis, os aparatos de segurança estão mais desenvolvidos. Alguns deles emitem qualquer sinal de perigo para onde o morador estiver, seja pelo smartphone, computador pessoal ou outro dispositivo móvel.

Normalmente, as câmeras são os itens mais utilizados na busca por segurança (Foto: ThinkStock)

Até as tradicionais câmeras de vigilância evoluíram e passaram a oferecer opções mais rápidas de gravação e visualização de imagens.

Lustres, estantes envidraçadas ou até ursinhos de pelúcia são citados como bons esconderijos para o dispositivo. E o morador tem a possibilidade de receber e acessar as imagens captadas do celular, laptop ou outras mídias.

Existem ainda outros artigos tecnológicos que ajudam a pessoa a aumentar a sensação de segurança dentro da residência. O ZAP Imóveis listou alguns destes itens. Confira:

Câmera espiã em forma de despertador digital:


Disponível na loja AsiaTronic por R$ 139,00 (Imagem: Reprodução)

Relógio de parede com câmera:

Produto da loja Securitymaninc que custa aproximadamente R$ 300,00 – preço original em dólares (Imagem: Reprodução)

Fechadura que envia fotos de quem está à porta:

Vendida na Amazon por aproximadamente R$ 200,00 – preço original em dólares (Imagem: Reprodução)

Campainha com câmera wifi:


Produto da marca Goji custa aproximadamente R$ 550 – preço original em dólares (Imagem: Reprodução)

Alarme sonoro para porta no formato de pedaleira:


O sensor é vendido no Submarino por R$ 74,90 (Imagem: Reprodução)


Aplicativos para smartphones que podem servir de apoio: 

NetcamViewer Mobile (Iphone)IP Câmera Viewer (Iphone)MEye (Android)IP Cam Viewer (Android)

Fonte: Zap Imóveis

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Microsoft cria quartel general futurístico para combater crimes virtuais

Microsoft cria centro futurístico para combater botnets e malwares pelo mundo (Foto: Reprodução/The Next Web)
Foto: Reprodução/The Next Web


Microsoft inaugurou um novo centro de tecnologia destinado a combater crimes virtuais. Contando com especialistas técnicos e jurídicos, o local conta com design futurista para identificar ataques, denunciar novos malwares e inibir o avanço da pedofilia na Internet.

Localizado no campus da Microsoft, na cidade de Redmond, em Washington, o novo centro de combate a crimes virtuais conta com recursos de hardware e software que detecta e neutraliza ataques de hackers. O edifício pode abrigar os melhores especialistas com experiência para combater ameaças digitais como malware, botnets, exploração infantil e todos os tipos de crimes virtuais.

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Foto: Reprodução/The Next Web

O espaço está equipado com todo tipo de recurso de hardware e de software destinados aos crimes digitais. Através de um sistema de SitePrint, os profissionais podem mapear redes organizadas de crime online e identificar a exploração infantil na Internet com a análise PhotoDNA. Além disso, há outro sistema para derrubar redes botnets.

Segundo a Microsoft, a estrutura também pode acomodar especialistas de outras áreas que desejam trabalhar na instalação e colaborar com os esforços da companhia.

Em vídeo oficial da companhia (em inglês), a empresa mostra alguns números surpreendentes dos crimes virtuais.


Fonte: Techtudo/The Next Web